terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pensando nisso

Eu pensava, que você deveria apenas escolher: importar-se ou não.
E esse importar-se referia-se aos sentimentos alheios, em relação a você. Desde o desprezo até o amor platônico. Porque eles podem ser reduzidos a nada. Nada mesmo.
Cabe escolher "acolher", ou ignorar.
Atenção: Importar-se implica, inclusive, sofrer. Com o amor ou a indiferença.

QUANDO É BOM: Quando é confortável a situação de ser admirada pelo outro, o ego fica a mil por hora e, por mais desprezível, sempre sobra uma pontinha da íris para brilhar.

QUANDO DÓI: É indiferente, deveria ser totalmente o reverso. Mas não é. Tem mais mil quatrocentos e três motivos para você lembrar de esquecer que em algum canto do mundo, para alguma pessoa você não faz diferença alguma. E isso deve ser importante para você: você mesmo, yourself, solo tu, etc e tal.


O outro lado......
QUANDO A ESCOLHA NÃO É SUA: Você está fazendo bem ou fazendo doer, enquanto exerce o sentir. A posição há de ser tomada pelo outro. A faca e o queijo, tudo nas mãos do outro. O coração, nas mãos do outro. Mas ainda há uma saída: seja "carola". Vale ser devota, amar platonicamente, sem ter certeza alguma do que há do outro lado.




As vezes eu sou devota, as vezes o Ser Supremo.
E ainda tem aquelas vezes que eu sou o Ser Supremo de Mim Mesma.