quinta-feira, 16 de junho de 2011

Oiticica, Duchamp e a anti-arte da vida


Marcel Duchamp e o famoso mictório, ou o "ceci n'est pas une pipe", nos fazendo pensar sobre as inúmeras técnicas que, bem feitas ou não, nos impressionam como espectadores há muito. Basta lembrar a perfeição e o quão pensado foi o afresco, por exemplo. Mas e aí? Qual tipo de imaginação é despertada naquele aglomerado de "perfeições"?

Hélio Oiticica vai longe, e além de romper com a noção da "contemplação" da obra, convida-o para "ser a obra", despertando a "contemplação sensorial".

Mas enfim, sobre esses dois renomes da Arte Mundial dá pra saber aí, durante devaneios virtuais. O fato é que depois discussões fantásticas em torno da ideia dos "Parangolés" do Oiticica, fiquei pensando de "PARANGOLERIZAR" a vida, entenderam?
Essa coisa toda de n ficar estática, pensando na vida do outro ou esperando semana que vem, próximo semestre e outros períodos para "O SER". Não sei se "SER" ou "ESTAR"; "ESTAR" é mais presente, é mais agora. É disso que eu gosto.


Era isso, um convite - fundamentado em grandes nomes - à vivência da "antiarte por excelência" !!